segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Quero um amor napolitano

Quero ter a graça de uma amor italiano. Logo eu que não gosto de idealizar ou ser exigente com o meu futuro, mas sempre que me pego a pensar em alguém para mim, repito "bem que poderia ser um italiano". O que é que eles têm? Não sei. Talvez meu 'problema' nem seja de fato com eles, mas com a toda  bo-ni-to-na, ITÁLIA. É, eu sou louca por esse país, de natureza exorbitante e de bandeira vibrante. Vermelho-branco-verde, napolitana, marguerita, Milano e Florença, vinho tinto, tetra-campeã, squadra azurra, Tizziano Ferro e Guido renzi... Pois é, música italiana. Viajo longe, as vezes é como se eu quase pudesse me sentir em uma rua qualquer da Itália, olhando para o nada, para as pessoas, desejando um capuccino ou simplesmente agradecendo aos céus por criar tal lugar, abençoado. É triste mas nunca tive a honra de pisar lá, uma pena. Emoção guardada. Desejo que só faz aumentar. Sonho. Te voglio benne. Mas o encanto talvez esteja aí, nessa barreira (física principalmente) ou simplesmente por ser e gostar, nunca achei necessário ter um porquê para se gostar de algo, gosta porque gosta, não é? Gloriosa Itália, gloriosos italianos, espalhados pelo mundo, trazendo consigo pedaços de uma terra que eu ainda hei de chegar, pisar bem firme, como quem sonha sabendo que está sonhando, como quem vive sabendo que está vivendo uma das coisas mais linda, capicci?

4 comentários:

Suzana Mangueira disse...

"... nunca achei necessário ter um porquê para se gostar de algo, gosta porque gosta, não é?" Concordo!

Anônimo disse...

QUEREMOS, CAPICCI ? kkk

Karoline disse...

Capicci amore! Italianos rules!

Márcio Souza disse...

Amor Platônico! Sabia que você tinha uma queda pelo meu palestra.